Estava eu a ver os meus emails, como habitualmente, e recebi de um colega um email com este ficheiro de que gostei particularmente. Decidi partilhá-lo consigo, pois leva-nos a reflectir e a repensar sobre o conceito de pobreza que predomina no mundo.
Convido-o, caro leitor, a ver e a partilhar alguma ideia ou reflexão sobre o que aqui vê e sente.

Esta história mostra o outro lado da vida. Falta de dinheiro, para coisas supérfluas, não é mostra de pobreza. Infelizmente casos de pessoas a viver assim, já são poucos, pelo menos no nosso país. Há uma pobreza extrema… de bens essenciais e de espírito. Lembro-me de muita gente no meu tempo, que não tinha muito dinheiro, mas era rica de alma… seus filhos andavam limpos, suas casas também e desenvolviam a criatividade inventando comidas com elementos mais baratos e quase sempre os mais saudáveis, criando roupas simples mas feitas pelas mães em casa… Nessa altura também havia pobres de tudo e havia crianças cujas famílias sem cabeça e alma eram deixadas ao Deus dará.Sem cabeça e amor pela vida não há nada. Pode-se ser rico de dinheiro e saber-se orientar os filhos e ajudá-los a dar valor ao que importa sem ostentação… ha´de tudo… mas infelizmente há cada vez mais miséria familiar…pessoas que pouco se importam com os valores importantes para ensinar aos filhos… pessoas que só se preocupam em andar a reboque da moda… ser igual na aparência com medo de serem chamados de parolos ou pobretas. Pessoas que se esquecem que quando têm filhos têm que prescindir da vida que levavam em jovens e dedicar-se à educação e acompanhamento dos filhos e isso não quer dizer… SUPERPROTECÇÃO asfixiante, própria de pessoas doentes cheias de medo. Só morre que está vivo, por isso é melhor VIVER SEM MEDO enquanto cá andamos.