O humor também é algo fundamental para desenvolvermos a nossa atitude lúduca, criar empatia, …
Recebi este email e decidi partilhar …
Professor: O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: Puré de batata, senhor professor!
O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: “eu canto”. Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto.
- “Stora”, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.·
- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho… tu caminhas… ele caminha…
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!
Professor: Chovia que tempo é?
Aluno: É tempo muito mau, senhor professor.
Professor: De onde vem a electricidade?
Aluno: Do Jardim Zoológico!
Professor: Do Jardim Zoológico?
Aluno: Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: “Aqueles camelos…”.
Professor: Quantos corações temos nós?
Aluno: Dois, senhor professor.
Professor: Dois!? Aluno: Sim, o meu e o seu!
Professor: Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: Sim, senhor professor: Um queijo e quatro vacas.
PROFESSORA: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
MARIA: Aqui está.
PROFESSORA: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
TURMA: A Maria.
PROFESSORA: Agora, Simão, diz-me sinceramente, rezas antes de cada refeição?
SIMÃO: Não professora, não preciso.
A minha mãe é uma boa cozinheira.
PROFESSORA: Artur, a tua composição “O Meu Cão” é exactamente igual à do teu irmão. Copiaste-a?
SIMÃO: Não. O cão é que é o mesmo.
PROFESSORA: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
BRUNO: Professora
Ouvi há uns anos, numa palestra, o psicólogo Eduardo Sá afirmar que “quando não se brinca com o conhecimento, é grave” e foi algo que me fez todo o sentido!
No que diz respeito a levar humor para a sala de áula, acho que será necessário o tal cuidado quando, e só quando, o professor não sabe estabelecer limites aos alunos e o humor passa a “avacalhanço”. Um professor com P grande terá competências para gerir uma turma e saber quando é o momento certo para brincar com o conhecimento.
Quanto à seriedade, pois eu nao acho que uma coisa, lá por ser importante, tem de ser enfadonha, chata e séria. Pelo contrário, quanto mais importante o conhecimento, mais deve ser vivido e transmitido com alegria. Todos sabemos que, na nossa cultura, uma coisa só é levada a sério se for complicada e aborrecida. Não será por essas (e outras) que os alunos andam cada vez mais desmotivados e ir para a escola/estudar é considerado “uma seca”? Não estará na altura de mudar esse pardigma e tornar o estudo/aprendizagem algo mais motivante e alegre?
Feito de maneira competente, acredito que uma pedagogia com humor é bem mais eficiente e eficaz que uma séria ou até militarista.
Bem haja à COE.