No início, falava-se de uma crise imobiliária, depois falou-se de uma crise bancária, passando depois para uma crise económica que atingiu os Governos e que acabou por afectar, de uma forma ou de outra, a vida de todo o cidadão. Até o cinema já começa a interessar-se por este tema – a crise financeira. Ora, o que é que esta crise tem a ver com os pais, com as crianças e com os jovens?
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(No seguimento do artigo publicado anteriormente, parte 1, vimos publicar a 2ª parte do mesmo neste artigo)
Para quem quiser ir mais além, uma vez que a criança tem confiança nos pais, quando ela deixa escapar uma critica em estilo de desabafo, não é de nenhuma forma aconselhável dar-lhe logo razão. Mas porquê, este cuidado, se o desabafo da criança corresponde à verdade? Porque os pais e, de certa forma mesmo os avós, fazem parte integrante da criança. Ler mais…
Os pais separados que utilizam a presença da criança para alimentarem o conflito ou mesmo para se vingarem um do outro como por exemplo: desvalorizando, criticando, relatando factos exagerados ou não verdadeiros, incriminando-se com falsas acusações, tentar evitar que um deles tenha contacto com a criança procurando impedir o relacionamento com um deles quando a criança manifesta esse desejo e outras possíveis situações desagradáveis, não resolvem os seus problemas conjugais.
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Porque é que há pessoas que manifestam ideias de grandeza, de poder e de omnipotência ao ponto de perderem o contacto com a realidade?
Como é possível que haja tantas pessoas com este perfil psicológico narcísico no topo da escala social?
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Sem focar os problemas familiares, nem os “enigmas” sociais e as possíveis dificuldades de personalidade de cada pai, pretendo apenas realçar um dos factores, a meu ver, relevante na nossa época: o da criança se desenvolver num mundo saturado de imagens e de valores narcísicos (ser egoísta; não ter a percepção do que o outro poderá estar a sentir) que acabam por desorientar qualquer pai. Quais são as consequências disso? Ler mais…
Actualmente muitos pais sentem-se frustrados porque não recorreram às antigas “palmadinhas” a que estiveram sujeitos … e hoje “perderam” o controlo ou o respeito por parte dos filhos.
O que falhou? Como reagir a estas situações? Será que é possível Educar adequadamente sem recorrer aos métodos à antiga e sem deixar a criança fazer tudo o que quer? Ler mais…
No passado dia 26 de Fevereiro, integrado no Seminário “Como educar, ensinar e avaliar pela motivação no século XXI?”, tive oportunidade de partilhar alguns dos fundamentos e algumas práticas que utilizo na disciplina de Educação Física.
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No seguimento do artigo anteriormente publicado (2ª parte) deste Programa Educação COE, vamos, neste 3º artigo, ver como devemos reagir, de uma forma mais saudável ou adequada, perante:
- A Criança e os Amigos: Influências e Desinteresses
- A Criança e a sua Relação com os avós
- Os medos da Criança
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